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sexta-feira, 6 de setembro de 2013

07 DE SETEMBRO E A INDEPENDÊNCIA POLÍTICA DO BRASIL


Brasileiros convocam, para o dia 07 de setembro, a maior mobilização de ruas do país em uma tentativa de avaliar quais foram os ganhos políticos com os protestos de junho e quais pautas ainda devem ser vencidas.

Com 191 anos de independência e um sistema politico-eleitoral marcado pela relação de dependência entre o poder econômico e a politica, a grande questão que ainda ecoa nas ruas do Brasil é como continuar construindo os rumos da nação? Como superar tal relação de interesses, tão maléficas para a população, e assegurar cada vez mais participação nos processo de construção e decisão?

O Brasil vive um momento importantíssimo em 2013, a pluralidade de brasileiros que foram as ruas no mês de junho, demostra que o país deve acelerar seu processo de crescimento e inclusão social, com um olhar cada vez mais coletivo e participativo, tendo como pano de fundo o cenário politico e a importância do Estado para efetivação das reinvindicações que vem das ruas.

Marcado pela ascensão econômica e social de milhões de brasileiros, este momento ímpar consolida um processo de transição na luta dos movimentos sociais e do povo, de uma nação que tinha como principal bandeira de luta, o fim da miséria, para uma nação que quer assegurar serviços públicos de qualidade como saúde, educação, transporte publico entre inúmeras outras reivindicações.

Mas acima de tudo uma nação com milhões de brasileiros, que anseiam por uma participação mais ampla e democrática nas decisões políticas do Brasil. Muito além do direito de votar, as ruas trouxeram a tona que o sistema político democrático representativo brasileiro deve avançar, com estratégias que vão desde o financiamento público de campanha até a construção de alternativas mais dinâmicas de participação popular. Os plebiscitos, referendos ou propostas de iniciativa popular, no contexto atual nem de longe respondem estes anseios.  

A proposta de mudanças, expressas nas cartolinas dos manifestantes que acreditam ser estratégica a reforma política, refletida no pronunciamento da presidenta Dilma, que encaminhou proposta de plebiscito para instalação de constituinte exclusiva para realização da reforma política, ainda permanece latente.


No Dia da Independência do Brasil, o povo novamente vai as ruas em busca da independência política do Brasil. 

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Não tomaremos um novo golpe


Não satisfeitos com os estragos econômicos, sociais e culturais que ainda vivenciamos hoje, frutos de um longo período de ditadura militar, que matou milhares de brasileiro e brasileiras, torturou outros milhares de militantes de esquerda que lutaram por um país livre, que ainda hoje carregam as marcas da tortura na memoria e no corpo e que sumiu com outros que até hoje não se sabe o paradeiro.

Militares agora tentam arquitetar novo golpe, segundo site da revista sociedade Militar, eles estão convocando todos;

SE AS CATEGORIAS SE UNIREM EM UMA CAMPANHA NACIONAL JÁ PENSANDO NO ANO QUE VEM, PODEREMOS JUNTOS LIVRAR O BRASIL DESSA "ONDA VERMELHA" QUE AMEAÇA O FUTURO DE NOSSA NAÇÃO.

Chega a ser uma afronta com a democracia brasileira, não existe em um país como o Brasil espaço para o autoritarismo ou coisa do gênero, que imperaram no período de chumbo em nossa nação. No mínimo temos de estar de olhos e ouvidos abertos para não permitir que tal fato se repita.

O pluralismo social a diversidade cultural, e o momento de crescimento econômico que vivemos no Brasil não pode ser parado pelo conservadorismo ultra direitista.


Viva a democracia, Viva a onda vermelha.

terça-feira, 6 de agosto de 2013

A REVOLUÇÃO DE 06 DE AGOSTO

                         
O administrador de uma pequena vila boliviana instalada em Xapuri ainda dormia quando Plácido de Castro entrou no prédio da intendência do local na madrugada do dia 6 de agosto de 1902, data em que a Bolívia e seus moradores comemorariam com festa o dia da independência do país. Na vila não seria diferente.

Sonolento, ao ouvir barulhos e se deparar com um homem na sua frente, o intendente afirma: “É cedo para a festa”, ao que Plácido responde: “Não é festa, mas revolução”. Sem nenhum tiro dado e nenhuma vida perdida, os seringueiros tomaram Xapuri dos bolivianos e novamente foi proclamado o Estado Independente do Acre - a exemplo do que fizera Luiz Galvez três anos antes.

As informações sobre o grande feito de Plácido correu floresta adentro, chegando a outros seringais e instalações bolivianas. Finalmente os seringueiros passaram a confiar no recém-chegado comandante de guerra. O episódio ficou marcado como a luta símbolo do processo de anexação do Acre ao Brasil. Assim, adotou-se o 6 de agosto como a data oficial da chamada Revolução Acreana.

Mas a data é mais simbólica do que efetiva. As lutas para tornar o Acre território brasileiro começou antes, com José de Carvalho, Luiz Galvez e com a expedição dos poetas. A fase de Plácido é apenas um dos quatro movimentos da revolução e marca o início da última etapa.

O fato é que a luta para barrar a tentativa de domínio boliviano por estas terras começou em maio de 1899 com o cearense José de Carvalho e finalizou apenas em janeiro de 1903, com Plácido, após a tomada de Puerto Alonso – antiga denominação para o atual município de Porto Acre.

Plácido era apenas mais um entre tantos heróis. Junto a ele, centenas de trabalhadores, em maior parcela nordestinos, pegaram em armas e lutaram e construíram a revolução.

Adaptado de pagina20.uol.com.br

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Juventude do PT emite nota de apoio a Gabriel Forneck



Nota de apoio

A Secretaria de Juventude do Partido dos Trabalhadores vem a público prestar seu apoio ao membro da JPT e vereador do município de Rio Branco, Gabriel Forneck. Nos últimos dias Gabriel teve sua honra e a de seus familiares, esposa e irmãos, atacada de forma covarde por pessoas que utilizam setores da imprensa ligados aos partidos de oposição do Acre.
Gabriel Forneck foi reeleito democraticamente e orgulha a todos os petistas com sua forma ética, verdadeira e justa de se posicionar diante dos mais diversos temas na câmara municipal. Gabriel é um jovem como nós e não vamos aceitar que pessoas desprovidas de ética, que se escondem de forma covarde e fingem participar de debates sindicais para agredir aliados na Frente Popular no Acre, tentem atingir sua pessoa através de calúnias e denúncias infundadas.
Reforçamos nosso apoio ao companheiro Gabriel Forneck e temos consciência que os legítimos trabalhadores e sindicalistas, que lutam respeitosamente pelas categorias que representam, repudiam tanto quanto nós tais atitudes.
Rio Branco, 24 de Julho de 2013

Cesário Campelo Braga
Presidente da Juventude do PT 

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Nota de repudio ao dia nacional de lutas em Rio Branco Acre


Nós, JOVENS, ESTUDANTES, FILHOS E FILHAS DE TRABALHADORES, MILITANTES DE ESQUERDA QUE SEMPRE ESTIVEMOS NAS RUAS, MILITANTES DA JUVENTUDE DO PT, tornamos publico, nosso profundo repudio as atitudes sectárias, praticada por pseudos trabalhadores no ato do dia nacional de lutas realizado em Rio Branco no estado do Acre, reconhecemos como valida a luta das centrais sindicais e movimentos populares do Brasil, que pautavam melhorias na educação, saúde, transporte publico de qualidade, contra as terceirizações, a favor da reforma agrária e da reforma política. Porem é inadmissível que um movimento como esse permita as agressões praticadas contra jovens militantes, o cerceamento da palavra durante o ato, e os constantes pedidos para que jovens militantes se retirassem do ato e abaixassem suas bandeiras. O movimento de trabalhadores foi às ruas durante muitos anos, e perdeu diversos companheiros, na luta para assegurar democracia, as livres manifestações de idéias e ideais, e para que suas bandeiras fossem reconhecidas como símbolo da luta dos trabalhadores. Durante os últimos manifestos que de forma covarde tentavam impedir o movimento social de erguer suas bandeiras, nós lutamos de forma veemente para dizer que a luta do Brasil, do Acre, tem lado, tem bandeiras, tem cara, e no dia em que essas bandeiras foram às ruas, tentaram impedir jovens de levantarem as suas. Lutamos radicalmente por mais democracia, participação popular, por paz e por um mundo melhor, e acreditamos que não se conquista isso, com agressões, sectarismo e falso moralismo. Nunca iram abaixar nossas bandeiras, não serão agressões que nos tiraram da luta, somos filhos de trabalhadores, estudantes, nas ruas lutamos, e mesmo que vocês não queiram iremos construir uma sociedade melhor.

Sem Recuar Sem Cair Sem Tremer.
Secretaria Estadual de Juventude do PT